
Há tempos que eu queria escrever sobre isso, mas confesso que a hipocrisia não me deixava, mas, logo eu?!Chega!
Aquilo é bom. Faz bem: ao corpo, à pele, aos cabelos, à auto estima.
É possível didivir aquilo em duas partes: o amor e a ocasião.
O amor é lindo, é sublime, é maravilhoso. Mas a ocasião é selvagem, é violenta, é satisfatória, é..ui!
O amor tem o depois, o amor tem o ombro, tem o bom dia, o eu te amo, o você me faz tão bem...!
Mas a ocasião tem aquele nem quero te ver de novo, minha família nem pode saber disso, portanto, suma, foi bom hoje e talvez nem seja bom depois. O amor será bom para sempre.
Mas a ocasião te permite alguns juízos de valores que eu não diria agora, mas te permite alguns exageros, que o amor não permite.
A ocasião te faz querer subir pelas paredes, porque a volta será infinitamente melhor, na hora, naquele instante esperado. E depois não será mais.
Mas como explicar uma coisa que é tão boa, mas tão boa e que ao mesmo tempo você não quer que se repita? Ou pelo menos não naquele momento, não naquela fase, não naquele dia.
Ai que tá a graça do amor. O amor te faz querer sempre, a toda hora, a todo momento. Porque momentos assim te fazem sentir única ( sem hipocrisias, as vezes a gente não quer ser única e nem liga pra isso!),especial, amada.
Mas a vida, os rumos que ela acaba tomando você percebe que nem o amor nem a ocasião são suficientes. Não vive-se só de amor, muito menos de ocasião.
Mas, diante disso, acho que essa é uma pergunta que nunca terá resposta...
(texto livremente inspirado em http://pensador.uol.com.br/frase/MTMwMDkx/)
