domingo, 26 de junho de 2011

AQUILO!


Há tempos que eu queria escrever sobre isso, mas confesso que a hipocrisia não me deixava, mas, logo eu?!Chega!
Aquilo é bom. Faz bem: ao corpo, à pele, aos cabelos, à auto estima.
É possível didivir aquilo em duas partes: o amor e a ocasião.
O amor é lindo, é sublime, é maravilhoso. Mas a ocasião é selvagem, é violenta, é satisfatória, é..ui!

O amor tem o depois, o amor tem o ombro, tem o bom dia, o eu te amo, o você me faz tão bem...!
Mas a ocasião tem aquele nem quero te ver de novo, minha família nem pode saber disso, portanto, suma, foi bom hoje e talvez nem seja bom depois. O amor será bom para sempre.
Mas a ocasião te permite alguns juízos de valores que eu não diria agora, mas te permite alguns exageros, que o amor não permite.
A ocasião te faz querer subir pelas paredes, porque a volta será infinitamente melhor, na hora, naquele instante esperado. E depois não será mais.
Mas como explicar uma coisa que é tão boa, mas tão boa e que ao mesmo tempo você não quer que se repita? Ou pelo menos não naquele momento, não naquela fase, não naquele dia.
Ai que tá a graça do amor. O amor te faz querer sempre, a toda hora, a todo momento. Porque momentos assim te fazem sentir única ( sem hipocrisias, as vezes a gente não quer ser única e nem liga pra isso!),especial, amada.
Mas a vida, os rumos que ela acaba tomando você percebe que nem o amor nem a ocasião são suficientes. Não vive-se só de amor, muito menos de ocasião.

Mas, diante disso, acho que essa é uma pergunta que nunca terá resposta...

(texto livremente inspirado em http://pensador.uol.com.br/frase/MTMwMDkx/)

segunda-feira, 20 de junho de 2011


Ela é uma garota. Jornalista de vinte e poucos anos.
Esperava ansiosamente pelo final de semana, como tantas outras da sua idade e também estaria de folga, coisa rara nos últimos tempos.
Seu final de semana estava planejado: comemoraria o final da sua faculdade com alguns amigos, nada que durasse a madrugada inteira, ms seria muito bom juntar alguns amigos diferentes assim. E no domingo, ah, no domingo ela visitaria seus avós, que, assim como a folga, há tempos não fazia.
Ele é um cara descompromissado, assim como ela, atualmente. Sem pretensões, sem expectativas, pelo menos é o que ela pensa.
Talvez seja por isso que esteja acontecendo. Não se tem um nome, portanto, diante disso, será chamado de 'ISSO'.
ISSO faz bem, isso faz bem ao ego, à auto estima, às mensagens de texto sem resposta, muitas vezes, aos finais de noite sem finais ainda.
É verdade, final de noite sem final. Foi assim que acabou o seu encontro no bar. Três horas descompromisadas, delicioss, sim e, o mais importante: EFICIENTES. Alguns entenderão esse adjetivo (rs).
Ela está numa fase de sua vida em que muitas coisas estão dando certo, bom pra ela, e talvez alguns nomes farão muitas coisas darem errado.
Ela gostaria muito de mostrar para todos e, principalmente para ele, a importância das coisas e momentos. Ela gostaria de mostrar ao mundo inteiro o quão bom é ISSO.
Sem cobranças, sem perturbações, sem chateações. Apenas curtições, vontades, sensações e prazeres. ISSO!